domingo, 24 de maio de 2009

O que é Sexta-feira de Poesia?

Todo mundo tem amigo espalhado por tudo que é canto. Amigo de perto ou de longe, de infância ou mais recente

Então para ajudar a matar a saudade, a gente teve uma ideia: Que tal uma Sexta-feira de Poesia?

Funciona mais ou menos assim: Toda sexta (mas pode ser sábado ou quinta, quando der vontade), a gente manda poesias uns para os outros, just because é sexta-feira, just because poesia dá alento à vida, just because a gente aproveita para ficar mais pertinho uns dos outros nem que seja virtualmente…

Começou comigo, a Carol, a Fê, a Cinthia, o J e a Ju… Aí chegou a Joana, a Raquel, a Déia, a Carla, a outra Ju। Amigo de amigo é sempre amigo e bem-vindo। Começou por email, mas a gente resolveu criar um blog.
Vale qualquer coisa que você achar que é poesia: um poema, uma letra de música, uma foto, um vídeo, um parágrafo de um livro, uma frase de pára-choque caminhão ou algo que você inventou… E em qualquer idioma.

Qualquer coisa que ajude a gente a ver que na vida existe beleza nas coisas mais simples e justamente naquelas que a gente nem sempre da muita bola.

Acho que você vai gostar!

Então pra começar, a gente deseja que você…

Desejo a você...
Fruto do mato
Cheiro de jardim
Namoro no portão
Domingo sem chuva
Segunda sem mau humor
Sábado com seu amor
Filme do Carlitos
Chope com amigos
Crônica de Rubem Braga
Viver sem inimigos
Filme antigo na TV
Ter uma pessoa especial
E que ela goste de você
Música de Tom com letra de Chico
Frango caipira em pensão do interior
Ouvir uma palavra amável
Ter uma surpresa agradável
Ver a Banda passar
Noite de lua Cheia
Rever uma velha amizade
Ter fé em Deus
Não ter que ouvir a palavra não
Nem nunca, nem jamais e adeus.
Rir como criança
Ouvir canto de passarinho
Sarar de resfriado
Escrever um poema de Amor
Que nunca será rasgado
Formar um par ideal
Tomar banho de cachoeira
Pegar um bronzeado legal
Aprender uma nova canção
Esperar alguém na estação
Queijo com goiabada
Pôr-do-Sol na roça
Uma festa
Um violão
Uma seresta
Recordar um amor antigo
Ter um ombro sempre amigo
Bater palmas de alegria
Uma tarde amena
Calçar um velho chinelo
Sentar numa velha poltrona
Tocar violão para alguém
Ouvir a chuva no telhado
Vinho branco
Bolero de Ravel...
E muito carinho meu. (NOSSO!)

Desejo, de Carlos Drummond de Andrade

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